A maior palhaçada da história do Oscar

Na entrega do prêmio mais importante da noite, o Oscar de melhor filme, o último a ser entregue na cerimônia, assistimos a maior gafe possível para qualquer evento que haja premiação – a saber – a troca de envelopes.

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O constrangimento foi tão grande, que por alguns minutos, a América e o mundo esqueceram Donald Trump.

E o Oscar vai para “La La Land” … Não, não … Moonlight !!!

Confira os vencedores:

‘Moonlight’ é escolhido melhor filme do Oscar 2017, após confusão com os apresentadores

Warren Beatty e Faye Dunaway disseram que vencedor era ‘La La Land’. Equipe do musical foi avisada e revelou que o ganhador era o drama de Barry Jenkins.

Fonte: G1

“Moonlight” foi escolhido melhor filme do Oscar após confusão com os apresentadores Faye Dunaway e Warren Beatty, que anunciaram o vencedor errado. Os atores apresentavam a categoria final, neste domingo (26), e disseram que “La La Land” havia levado a estatueta, após erro da organização do evento. VEJA passo a passo o que aconteceu.

Academia publicou dois ganhadores do Oscar de melhor filme em seu twitter (Foto: Reprodução)

Academia publicou dois ganhadores do Oscar de melhor filme em seu twitter (Foto: Reprodução)

A equipe subiu ao palco para receber o prêmio. Após 2 minutos e 23 segundos, foi informada do erro e esclareceu que o vencedor era “Moonlight”. Beatty e Faye estavam, na verdade, com o envelope da vencedora de Melhor Atriz (Emma Stone, de “La La Land”).

O G1 acompanhou o Oscar em TEMPO REAL.

Barry Jenkins, diretor de 'Moonlight', abraça o produtor Jordan Horowitz, de 'La la land', após lerem o nome errado do melhor filme no Oscar (Foto - Lucy Nicholson - Reuters)

Barry Jenkins, diretor de ‘Moonlight’, abraça o produtor Jordan Horowitz, de ‘La la land’, após lerem o nome errado do melhor filme no Oscar (Foto – Lucy Nicholson – Reuters)

Ao abrir o envelope, Beatty ficou olhando para o papel com o nome do vencedor, como se algo estivesse errado.

Ele ficou 20 segundos sem saber o que fazer: a plateia pensou que era uma brincadeira. Até deu risada. O ator de 79 anos é conhecido pelo bom humor.

Então, Faye pegou o papel da mão do ator e leu: “La La Land”. Foi quando a equipe do filme se abraçou e foi receber a estatueta. Os produtores (Fred Berger, Jordan Horowitz e Marc Platt) discurssaram, mas foram avisados da confusão.

“Há um erro, ‘Moonlight’, caras, vocês ganharam melhor filme. Isso não é uma brincadeira, acho que eles leram a coisa errada”, disse Horowitz.

Jordon Horowitz, produtor de 'La la land', mostra o cartão com o vencedor correto de melhor filme, 'Moonlight' (Foto Lucy NicholsonReuters)

Jordon Horowitz, produtor de ‘La la land’, mostra o cartão com o vencedor correto de melhor filme, ‘Moonlight’ (Foto Lucy NicholsonReuters)

“Moonlight” levou ainda a estatueta de roteiro adaptado e de ator coadjuvante, para Mahershala Ali. “La La Land: Cantando Estações” ganhou seis prêmios: atriz, diretor, música original, trilha sonora, fotografia e design de produção. Damien Chazelle se tornou o mais jovem a ganhar como diretor. Casey Affleck levou o Oscar de ator por “Manchester à Beira-mar”, filme que ganhou também a estatueta de roteiro original.

FOTOS do tapete vermelho e da cerimônia de premiação

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Moonlight

“Moonlight: Sob a luz do luar” se tornou o Melhor Filme do Oscar neste ano ao narrar o crescimento de um garoto negro na periferia de Miami, nos Estados Unidos, que enfrenta desafios relacionados a sua raça e sexualidade. Mesmo sem estrelas e com uma narrativa simples e direta, o filme independente escrito e dirigido por Barry Jenkins foi colecionando prêmios e elogios.

A vitória mostrou também uma nova mentalidade da Academia de Artes e Ciência Cinematográficas de Hollywood, após a péssima repercussão da campanha #OscarSoWhite (#OscarMuitoBranco), que criticava a ausência de artistas negros no Oscar de 2016. Neste ano, a premiação bateu o recorde com o maior número de negros indicados: 20.

Coadjuvantes: discursos poderosos

Favoritíssimos, Viola Davis (“Um limite entre nós”) e Mahershala Ali (“Moonlight: Sob a luz do luar”) ganharam como coajuvantes. Fizeram discursos poderosos e emocionados.

“Quando me perguntam que papéis eu quero interpretar, eu digo ‘dessas pessoas que não sabem o que é poder sonhar, poder atingir seus sonhos'”, disse a atriz. “Viola Davis foi indicada a um Emmy por esse discurso”, brincou o apresentador Jimmy Kimmel.

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Viola Davis ganha o Oscar de melhor atriz coadjuvante por ‘Um Limite entre Nós’. (Foto – Lucas Jackson – Reuters)

Protestos contra Trump (e a favor)

O Oscar também teve protestos. Uma fita azul foi usada por celebridades como a atriz Ruth Negga no tapete vermelho do Oscar. Eles apoiam a União Americana pelas Liberdades Civis, que se opõe a Donald Trump. Também antes da premiação, apoiadores do presidente americano protestaram contra a “elite de Hollywood” perto do Teatro Dolbly.

Trump também foi citado por Kimmel. “Já estamos em duas horas do prêmio e Donald Trump não twittou sobre a gente até agora. Estou ficando preocupado”, disse ele, que pegou o celular e botou a imagem do perfil de Trump no Twitter no telão da premiação.

O diretor do melhor filme estrangeiro “O apartamento”, o iraniano Asghar Farhadi, mandou uma carta. Nela, ele explicou que não foi ao Oscar em respeito à população do seu país e a outros imigrantes que não podem mais entrar nos Estados Unidos após o banimento a muçulmanos imposto por Trump.

Diretor mais novo, filme mais longo

Premiado como Melhor Diretor, Damien Chazelle se tornou o mais jovem a levar o prêmio, com 32 anos e um mês. “Quero agradecer Ryan e Emma por darem vida a este filme”, disse Damien Chazelle. “Quero agradecer a minha família por sempre acreditarem em mim. E agradeço a Olivia. É um filme sobre amor e fico feliz por ter encontrado o amor fazendo este filme”.

Outro recordista da noite foi “O.J.: Made in America”. Com 7 horas e 47 minutos de duração, ele ganhou como Melhor Documentário. O filme superou “Guerra e Paz”, longa russo que ganhou o Oscar de filme estrangeiro em 1969, com 7 horas e 7 minutos de duração.

Outra curiosidade deste ano foi que o “homem mais azarado do Oscar” finalmente ganhou. Após 20 indicações sem vitória, o engenheiro de som Kevin O’Connel foi premiado por seu trabalho em “Até o último homem”.

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“Moonlight: Sob a luz do luar”

Veja os premiados do Oscar 2017 em negrito:

Melhor Filme

  • “Moonlight: Sob a luz do luar”
  • “La la land: Cantando estações”
  • “A chegada”
  • “Até o último homem”
  • “Estrelas além do tempo”
  • “Lion: Uma jornada para casa”
  • “Um limite entre nós”
  • “A qualquer custo”
  • “Manchester à beira-mar”

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Emma Stone ganha como melhor atriz por “La la land” (Foto: Lucy Nicholson/Reuters)

Melhor atriz

  • Emma Stone (“La La Land – Cantando estações”)
  • Natalie Portman (“Jackie”)
  • Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?”)
  • Ruth Negga (“Loving“)
  • Isabelle Huppert (“Elle”)

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Casey Affleck leva o Oscar de melhor ator por ‘Manchester à beira-mar’ (Foto: Lucy Nicholson/Reuters)

Melhor ator

  • Casey Affleck (“Manchester a beira mar”)
  • Denzel Washington (“Um limite entre nós”)
  • Ryan Gosling (“La La Land – Cantando estações”)
  • Andrew Garfield (“Até o Último Homem”)
  • Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”)

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Damien Chazelle se tornou o diretor mais jovem da história após o Oscar por ‘La la land’ (Foto: Lucy Nicholson/Reuters)

Melhor diretor

  • Damien Chazelle (“La la land: Cantando estações”)
  • Dennis Villeneuve (“A chegada”)
  • Mel Gibson (“Até o último homem”)
  • Kenneth Lonergan (“Manchester à beira-mar”)
  • Barry Jenkins (“Moonlight: Sob a luz do luar”)

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Mahershala Ali vence o Oscar de melhor ator coadjuvante por seu papel em ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’ (Foto: Lucy Nicholson / Reuters)

Melhor ator coadjuvante

  • Mahershala Ali (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
  • Jeff Bridges (“A qualquer custo”)
  • Lucas Hedges (“Manchester à beira-mar”)
  • Dev Patel (“Lion: Uma jornada para casa”)
  • Michael Shannon (“Animais noturnos”)

Melhor atriz coadjuvante

  • Viola Davis (“Um limite entre nós”)
  • Naomi Harris (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
  • Nicole Kidman (“Lion: Uma jornada para casa”)
  • Octavia Spencer (“Estrelas além do tempo”)
  • Michelle Williams (“Manchester à beira-mar”)

Melhor roteiro original

  • Kenneth Lonergan (“Manchester à beira-mar”)
  • Damien Chazelle (“La la land: Cantando estações”)
  • Taylor Sheridan (“A qualquer custo”)
  • Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou (“O lagosta”)
  • Mike Mills (“20th century woman”)

Melhor roteiro adaptado

  • Barry Jenkins (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
  • Luke Davies (“Lion: Uma jornada para casa”)
  • August Wilson (“Um limite entre nós”)
  • Allison Schroeder e Theodore Melfi (“Estrelas além do tempo”)
  • Eric Heisserer (“A chegada”)

Melhor fotografia

  • Linus Sandgren (“La la land: Cantando estações”)
  • Bradford Young (“A chegada”)
  • James Laxton (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
  • Rodrigo Prieto (“Silêncio”)
  • Greig Fraser (“Lion: Uma jornada para casa”)

Melhor animação

  • “Zootopia”
  • “Kubo e as cordas mágicas”
  • “Moana: Um mar de aventuras”
  • “Minha vida de abobrinha”
  • “A tartaruga vermelha”

Melhor filme em língua estrangeira

  • “O apartamento” – Irã
  • “Terra de minas” – Dinamarca
  • “Um homem chamado Ove” – Suécia
  • “Tanna” – Austrália
  • “Toni Erdmann” – Alemanha

Melhor documentário

  • “O.J. Made in America”
  • “Fogo no mar”
  • “Eu não sou seu negro”
  • “Life, animated”
  • “A 13ª Emenda”

Melhor edição

  • John Gilbert (“Até o último homem”)
  • Joe Walker (“A chegada”)
  • Jake Roberts (“A qualquer custo”)
  • Tom Cross (“La la land: Cantando estações”)
  • Nate Sanders e Joi McMillan (“Moonlight: Sob a luz do luar”)

Melhor design de produção

  • “La la land: Cantando estações”
  • “A chegada”
  • “Animais fantásticos e onde habitam”
  • “Ave, Cesar!”
  • “Passageiros”

Melhor cabelo a maquiagem

  • Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”)
  • Eva Bahr e Love Larson (“Um homem chamado Ove”)
  • Joel Harlow e Richard Alonzo (“Star Trek: Sem fronteiras”)

Melhor figurino

  • Colleen Atwood (“Animais fantásticos e onde habitam”)
  • Joanna Johnston (“Allied”)
  • Consolata Boyle (“Florence: Quem é essa mulher?”)
  • Madeline Fontaine (“Jackie”)
  • Mary Zophres (“La la land: Cantando estações”)

Melhores efeitos visuais

  • Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones and Dan Lemmon (“Mogli: O menino lobo”)
  • Craig Hammack, Jason Snell, Jason Billington e Burt Dalton (“Deepwater horizon”)
  • Stephane Ceretti, Richard Bluff, Vincent Cirelli e Paul Corbould (“Doutor Estranho”)
  • Steve Emerson, Oliver Jones, Brian McLean e Brad Schiff (“Kubo e as cordas mágicas”)
  • John Knoll, Mohen Leo, Hal Hickel e Neil Corbould (“Rogue One: Uma história Star Wars”)

Melhor canção original

  • “City of stars” (“La la land: Cantando estações”); música de Justin Hurwitz e letra de Benj Pasek e Justin Paul
  • “Audition (The fools who dream)” (“La la land: Cantando estações”); música de Justin Hurwitz e letra de Benj Pasek e Justin Paul
  • “Can’t stop the feeling” (“Trolls”); música e letra de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster
  • “The empty chair” (“Jim: The James Foley Story”); música e letra de J. Ralph e Sting
  • “How far I’ll go” (“Moana: Um mar de aventuras”); música e letra Lin-Manuel Miranda

Melhor trilha sonora

  • Micha Levi (“Jackie”)
  • Justin Hurwitz (“La la land: Cantando estações”)
  • Nicholas Britell (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
  • Thomas Newman (“Passageiros”)
  • Dustin O’Halloran e Hauschka (“Lion: Uma jornada para casa”)

Melhor edição de som

  • Sylvain Bellemare (“A chegada”)
  • Renée Tondelli (“Deepwater horizon”)
  • Robert Mackenzie e Andy Wright (“Até o último homem”)
  • Ai-Ling Lee and Mildred Iatrou Morgan (“La la land: Cantando estações”)
  • Alan Robert Murray e Bub Asman (“Sully: O herói do rio Hudson”)

Melhor mixagem de som

  • Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o último homem”)
  • Bernard Gariépy Strobl e Claude La Haye (“A chegada”)
  • Andy Nelson, Ai-Ling Lee and Steve A. Morrow (“La la land: Cantando estações”)
  • David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson (“Rogue One: Uma história Star Wars”)
  • Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”)

Melhor curta-metragem

  • “Sing”
  • “Ennemis Intérieurs”
  • “La femme et le TGV”
  • “Silent night”
  • “Timecode”

Melhor curta-metragem de animação

  • “Piper”
  • “Blind Vaysha”
  • “Borrowed time”
  • “Pear Cider and Cigarettes”
  • “Pearl”

Melhor documentário em curta-metragem

  • “The white helmets”
  • “Extremis”
  • “41 miles”
  • “Joe’s violin”
  • “Watani: My homeland”

Empresa responsável por envelopes do Oscar pede desculpas por confusão

‘Apresentadores receberam envelopes da categoria errada’, afirmou a PricewaterhouseCoopers. Eles pediram desculpas a ‘Moonlight’, ‘La la land’, Warren Beatty e Faye Dunaway.

Fonte: G1

A empresa de auditoria responsável pelos envelopes com os vencedores de cada categoria do Oscar emitiu uma nota logo após a premiação com um pedido de desculpas pela confusão que deu a estatueta de melhor filme por engano para “La la land: Cantando estações”. No fim, o verdadeiro vencedor foi “Moonlight: Sob a luz do luar”.

“Nos desculpamos sinceramente a ‘Moonlight’, ‘La la land’, Warren Beatty, Faye Dunaway e ao público do Oscar pelo erro que foi feito durante o anúncio de melhor filme”, afirmou a PricewaterhouseCoopers, em nota publicada em sua conta no Twitter. Veja passo a passo o que aconteceu.

“Os apresentadores receberam envelopes da categoria errada por engano e, quando descoberto, foi imediatamente corrigido. Nós estamos investigando como isso pode ter acontecido, e nos arrependemos profundamente que isso tenha acontecido. Agradecemos a graça com que os indicados, a Academia, a ABC, e Jimmy Kimmel cuidaram da situação.”

Mas o que aconteceu?

Ainda no palco, enquanto a equipe de “Moonlight” subia para agradecer, o ator Warren Beatty, um dos apresentadores da categoria, ao lado de Faye Dunaway, voltou ao microfone e explicou que tinha o envelope errado. “Eu quero contar o que aconteceu. Abri o envelope e dizia ‘Emma Stone, La la land’. Por isso que eu dei uma olhada tão demorada a Faye e a você. Eu não estava tentando ser engraçado”, disse o ator.

Após a confusão, Emma Stone contou aos jornalistas que não entendia o que tinha acontecido. “Eu estava segurando meu cartão de melhor atriz o tempo todo. Eu não quero começar algo, mas não sei o que aconteceu, e queria falar com vocês [jornalistas], antes”, afirmou ela, de acordo com a revista “Variety”.

Segundo o jornal “Los Angeles Times”, apenas dois funcionários da PricewaterhouseCoopers sabem dos vencedores antes da leitura dos envelopes. Eles ficam posicionados de cada lado do palco, com envelopes iguais para dar aos apresentadores e para conferir depois. Ou seja, existem dois cartões iguais com os nomes dos vencedores para cada categoria.

De acordo com o site Vox, essa foi a primeira vez em 89ª edições que um erro assim aconteceu.

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