Senado aprova ‘presente de grego’ para o Brasil

Teremos 20 anos de uma realidade muito semelhante à vivida pela Grécia até hoje.

No caso dos gregos, havia a comunidade europeia, em especial a Alemanha, exigindo as medidas desumanas. Já aqui, foram nossos próprios mafiosos que fizeram tudo sozinhos.

A princípio, parece ser algo sensacional. Imaginem, os políticos limitando seus próprios gastos … que maravilha. Contudo, por que aprovariam algo contra eles mesmos, quando nunca fizeram isso?

Deram exemplos da Holanda, Dinamarca, mas não da Grécia. Só tinham 17% de aprovação popular, mas ainda assim, com o comando do bandido-mor do Senado, o presidente da Casa, Renan Calheiros, fazendo três sessões no mesmo dia … aprovaram aquilo que será o golpe de misericórdia na população brasileira depois dos roubos bilionários do PT.

No meu ponto de vista, o Congresso Nacional deveria ser fechado e o Palácio do Planalto desabitado imediatamente.

Qualquer Anarquia seria melhor que isso.

Eu simplesmente, não sei mais o que dizer.

Estão destruindo o Brasil, e eu não posso fazer nada, senão vou preso. Afinal, não sou político. E no Brasil, só esta espécie de assassino fica livre (sim, estou com vontade de matá-los, mesmo sendo contra a pena de morte, e vou precisar trabalhar este sentimento dentro de mim até vencê-lo).

Um dia, exatamente em 4 de dezembro de 1963, o pai do ex-presidente ‘impeachmado’ e atual senador, Fernando Collor de Melo, o também senador, Arnon Afonso de Farias Melo, matou um ser humano (outro senador) na frente de um mundo de pessoas, e não deu nada. Aron disparou três tiros contra o senador Silvestre Péricles, seu inimigo político, dentro do Senado Federal.

O senador Péricles estava na tribuna, a cinco metros de distância, e não foi atingido; Arnon de Melo acertou erroneamente um tiro no peito do senador José Kairala, do Acre, que morreu em seu último dia de trabalho. Apesar do assassinato, e ainda que tenha sido dentro do Senado Federal, na presença de inúmeras autoridades, Arnon de Melo não teve seu mandato cassado nem qualquer punição imposta pela Mesa.

Logo após o tiroteio ambos senadores foram presos em flagrante, porém, mesmo com o homicídio e as testemunhas, ficaram presos pouco tempo e foram inocentados pelo Tribunal do Júri de Brasília.

Enfim, nosso Senado tem uma História de bandidagem que coloca qualquer criança mal informada em estado de grande surpresa, mas com os adultos não deveria ser assim.

Precisamos estudar mais, ler mais, e principalmente, precisamos parar de replicar informações das quais não entendemos nada, só porque nos simpatizamos com esse ou aquele político.

O Brasil só sairá do buraco quando tiver mais conhecimento de si mesmo, e quando parar de acreditar em papai Noel e coelhinho da Páscoa.

 

Paul Sampaio, perfil, 1  Paul Sampaio – Autor

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Matéria do G1 sobre a aprovação

Texto-base da PEC do teto de gastos é aprovado em 2º turno no Senado

Senadores ainda precisam concluir a análise de destaques apresentados ao texto; com a medida, nos próximos 20 anos, o crescimento dos gastos federais ficará limitado à inflação do anterior.

Por Gustavo Garcia e Bernardo Caram, G1, Brasília

Em uma sessão tumultuada, o Senado aprovou nesta terça-feira (13), em segundo turno, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos 20 anos (veja detalhes da proposta abaixo). O texto foi foi aprovado por 53 votos a favor e 16 contra. Eram necessários 49 votos para a aprovação (3/5 da quantidade de senadores).

Após aprovarem o texto-base da PEC, os senadores começaram a analisar destaques (propostas de alteração no texto) apresentados na sessão.

A PEC já havia sido aprovada em primeiro turno pelo Senado, por 61 votos a 14, em 30 de novembro. Mas, por se tratar de uma mudança na Constituição, o texto ainda precisava passar por uma segunda votação.

A proposta foi enviada pelo Palácio do Planalto ao Congresso em junho e é considerada por governistas como essencial para o reequilíbrio das contas públicas, ao lado da reforma da Previdência.

Por outro lado, senadores da oposição chamam a proposta de “PEC da maldade” porque, na visão deles, a medida vai congelar investimentos nas áreas de saúde e educação, o que é negado por governistas.

Os oposicionistas citaram pesquisa Datafolha, divulgada pelo jornal “Folha de S. Paulo”, que diz que 60% das pessoas ouvidas pelo instituto é contra a PEC do teto.

Protestos contra a medida foram registrados em sete estados do país. Em Brasília, a Polícia Militar fechou os acessos ao Congresso Nacional.

Bate-boca

Adversários do Palácio do Planalto protagonizaram bate-bocas com governistas durante a sessão. Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, por ter realizado três sessões em único dia para viabilizar a votação da PEC nesta terça.

O peemedebista negou que estivesse “atropelando” e lembrou que Lindbergh participou de reunião que acordou o calendário de votação. Já Fátima Bezerra (PT-RN) e José Medeiros (PSD-MT) trocaram ofensas durante debate da proposta.

Defensor da proposta, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) afirmou em plenário que a medida é necessária para a recuperação da crise econômica. Ele rebateu acusações da oposição de que os investimentos em saúde e educação serão reduzidos com a implementação da PEC.

“A medida proposta pelo governo deixa claro os valores mínimos que devem ser investidos em saúde e educação”, disse. “Nada impede que o governo gaste mais que a inflação nessas áreas, mas, para isso, terá que cortar de outro lugar”, completou.

Parlamentares da oposição, por outro lado, argumentam que a PEC trará consequências negativas à população, principalmente aos mais pobres, com cortes de gastos saciais e serviços públicos.

Senadores do PT foram além das críticas à proposta e, quatro dias após a divulgação de informações de delação de ex-executivo da Odebrecht, também pedem a renúncia do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas.

“Falta a ele [Temer] e ao seu governo condições políticas para continuar governando”, afirmou o senador Humberto Costa (PT-PE).

A PEC estabelece as seguintes regras:

– As despesas da União (Executivo, Legislativo e Judiciário e seus órgãos) só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior;

– A inflação para 2017, que servirá de base para os gastos, será de 7,2%;

– Nos demais anos de vigência da medida, o teto corresponderá ao limite do ano anterior corrigido pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);

– Se um poder desrespeitar o limite, sofrerá sanções no ano seguinte, como a proibição de realizar concursos ou conceder reajustes;

– Se um poder extrapolar o teto, outro poder deverá compensar;

– Os gastos com saúde e educação só serão enquadrados no teto de gastos a partir de 2018;

– Com relação aos gastos mínimos em saúde, o texto prevê que passem em 2017 dos atuais 13,7% para 15% da receita corrente líquida (somatório dos impostos descontadas as transferências previstas na Constituição). E que, a partir de 2018, esses investimentos se enquadrem no teto de gastos, sendo corrigidos pela inflação.

– Ficam de fora das novas regras as transferências constitucionais a estados e municípios, além do Distrito Federal, os créditos extraordinários, as complementações do Fundeb, gastos da Justiça Eleitoral com eleições, e as despesas de capitalização de estatais não dependentes;

– A partir do décimo ano de vigência do limite de gastos, o presidente da República poderá um projeto de lei ao Congresso para mudar a base de cálculo.

 VEJA COMO VOTOU CADA SENADOR

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Categorias:EDUCAÇÃO, HISTÓRIA, POLÍTICA, TODOS

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