A Nova Cara da Militância em Bauru

Após anos de militância e luta a cerca dos direitos igualitários, podemos já perceber mudanças no comportamento das pessoas na cidade. Se analisarmos seriamente, em poucos anos, alcançamos patamares incríveis de inclusão social.

Um estado para ser considerado laico, ele precisa necessariamente governar para todos, sem qualquer forma de preconceito ou discriminação. O acolhimento é o inicio de toda metanóia revolucionadora que ainda precisamos passar. Mudança de pensamento, quebra de tabus e paradigmas, este é o caminho. Com muita responsabilidade e compromisso, daremos passos em direção a nova era que queremos construir.

viva a diversidade, aloísio júnior, 5No início dos trabalhos de inclusão de Bauru, precisamos passar pela fase da visibilidade e mídia. Com isso o assunto foi levado e ainda é, para o meio de rodas de conversa, para as empresas, para dentro das residências e muito mais. Foi percebido que existe a necessidade real de levarmos o assunto mais a sério e dar novos passos. Passos estes que baseiam-se em atitudes concretas de ação mais próxima as pessoas a serem incluídas.

Em todos os segmentos, tanto o dos negros, índios, nortistas, LGBTs, gênero, identidade, expressão religiosa entre outros. Existe a questão da diferença social de renda, através dela, pelo emprego e capacitação profissional, faremos com que todos os segmentos sejam mais bem acolhidos diminuindo de forma significativa a questão das diferenças. Porém essa questão não pode e nem deve ser a única fonte de proposta de inserção. Pois reforçamos a ideia de que os menos favorecidos financeiramente dever ser marginalizados.

Pensando desta forma, as ferramentas devem ser uma serie de ações em conjunto, porém em especial a questão educacional. Um estado onde existe possibilidades de educação, proporciona para seus filhos, a chance de conquistar horizontes jamais imaginados. Patamares onde pessoas são pessoas, e não existe mais a diferenciação de raça ou gênero. Utopia que somente pelas ações reais de governo, regidas pela boa educação, porque, somente ela é capaz de fazer com que os opressores entendam que essa postura também os fazem de vítimas. Vítima da ignorância, da falta de oportunidade de conhecer a diversidade da pessoa humana, e entender que, o que nos faz preciosos, é justamente a questão de nossos diferenças.

E ainda existe o fato de pessoas, que tiveram a oportunidade, estudo, esclarecimento e insistem em denegrir e agir de forma preconceituosa e arrogante, a esses cabe sofrerem as sanções das leis que temos hoje, e que ainda teremos.

Acredito, que podemos construir uma nova realidade, e embora existindo muito trabalho a frente, podemos ainda ver e viver os novos ares de um novo mundo.

Aloísio Júnior, domingo, 12 de abril de 2015

viva a diversidade, aloísio júnior, 4

 



Categorias:Aloísio Júnior, EDUCAÇÃO, Inclusão Social, NOSSA PRODUÇÃO, RELIGIÃO, TODOS

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